O Governo do Estado do Rio de Janeiro decidiu não financiar o show de Shakira, previsto para o próximo sábado (2) na Praia de Copacabana, localizado na Zona Sul da cidade. Esta escolha altera a dinâmica financeira do evento, aumentando a responsabilidade da Prefeitura do Rio, que agora terá que arcar com uma parte maior dos custos.
A apresentação é parte do calendário de grandes eventos cariocas e a expectativa é que atraia cerca de 2 milhões de pessoas. Segundo estimativas da administração municipal, o impacto econômico gerado pode alcançar em torno de R$ 800 milhões.
Governo do Rio não entra no patrocínio do show
<pRecentemente, foi anunciado que o Governo do Rio não participará do patrocínio para o show da artista colombiana. Essa decisão foi comunicada após uma reunião entre Flávio Willeman, secretário-chefe da Casa Civil, e representantes da Bonus Track Entretenimento, produtora encarregada do evento.
A mudança no financiamento contrasta com anos anteriores, onde os shows de artistas como Madonna e Lady Gaga contaram com divisão dos custos entre o Estado e a Prefeitura.
No ano de 2025, por exemplo, foram destinados R$ 15 milhões pelo governo estadual para o show de Lady Gaga. Agora, no caso da apresentação de Shakira, essa contribuição não será mantida.
Prefeitura do Rio deve investir R$ 20 milhões
Diante da retirada do apoio estadual, a Prefeitura do Rio deverá aumentar seu investimento no evento. O valor inicialmente programado era de R$ 15 milhões, mas esse montante foi elevado para R$ 20 milhões.
Isto significa um acréscimo de R$ 5 milhões, necessário para garantir a realização da apresentação na famosa praia carioca. Com isso, o município assume um papel central no financiamento deste show.
Impacto econômico é aposta da cidade
<pApesar do aumento no investimento municipal, a administração vê o evento como uma oportunidade para impulsionar o turismo e a economia local.
Análises realizadas pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e da Riotur, indicam que o show pode gerar um movimento econômico estimado em R$ 776,2 milhões, levando em conta os gastos dos visitantes.
A projeção aponta para um público aproximado de 2 milhões de pessoas, distribuído da seguinte forma:
- 278 mil turistas nacionais, correspondendo a 13,9%;
- 32 mil turistas internacionais, representando 1,6%;
- 1,7 milhão de cariocas e residentes da Região Metropolitana, totalizando 84,6%.
A análise também considera um gasto médio diário estimado em R$ 547,30 para turistas brasileiros que ficam três dias; para estrangeiros, esse valor sobe para R$ 626,40, com permanência média de quatro dias; e os locais gastariam cerca de R$ 141,75.
Estado mantém estrutura de segurança e serviços
Ainda que não financie o espetáculo, o Governo do Estado strong > garantirá a infraestrutura necessária para sua realização. Isso inclui policiamento adequado, serviços dos bombeiros e recursos tecnológicos voltados ao monitoramento.
A segurança contará com sistemas avançados como reconhecimento facial, similar aos utilizados em eventos grandiosos como o Réveillon de Copacabana strong >.
A manutenção dessa operação é crucial devido à previsão de grande afluxo na orla durante a apresentação. O objetivo é assegurar a segurança e facilitar a circulação dos presentes.
Show de Shakira reforça calendário de megaeventos strong > h2 >
A apresentação da cantora colombiana faz parte de uma série crescente de shows internacionais em Copacabana. Este movimento começou com Madonna em 2024 e continuou com Lady Gaga em 2025.
A Prefeitura destaca que o projetoTodo Mundo no Rio strong > já faz parte oficial do calendário municipal até pelo menos2028 strong > , incluindo diversos shows planejados para maio.
A expectativa é que esse evento traga benefícios diretos aos setores hoteleiro, gastronômico e comercial. Além disso, estima-se que a visibilidade internacional gerada pelo show possa atingir aproximadamenteUS$ 250 milhões strong > , equivalente a cerca R$ 1 ,3 bilhão strong > . p >
Decisão ocorre em meio a cortes no Estado strong > h2 >
A escolha pela ausência de patrocínio se insere em um cenário mais amplo de cortes nos gastos promovidos peloGoverno do Estado do Rio strong > . Medidas como exonerações em massa têm sido justificadas como esforços para economizar recursos públicos.
Dessa forma, a apresentação de Shakira ganha novas dimensões políticas e financeiras. Apesar disso, espera-se que Copacabana receba uma das maiores concentrações públicas do ano, trazendo impactos diretos para moradores locais, turistas e comerciantes.
A escolha pela ausência de patrocínio se insere em um cenário mais amplo de cortes nos gastos promovidos peloGoverno do Estado do Rio strong > . Medidas como exonerações em massa têm sido justificadas como esforços para economizar recursos públicos.
Dessa forma, a apresentação de Shakira ganha novas dimensões políticas e financeiras. Apesar disso, espera-se que Copacabana receba uma das maiores concentrações públicas do ano, trazendo impactos diretos para moradores locais, turistas e comerciantes.


